quinta-feira, 3 de novembro de 2011

BIBLIOGRAFIA

LOPES, Arthur Louback. Revista Mundo Estranho. 117. Ed. São Paulo: Abril.

FERREIRA, Mariselma. Avaliação dos parametros fisiologicos do latex de clones de seringueiras da região de Presidente Prudente (SP). São Paulo: 1999.

Disponivel em: http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%A1tex Acesso em: 26 de outubro de 2011

Disponivel em: http://www.ciflorestas.com.br/conteudo.php?id=2404 Acesso em 27 de outubro de 2011


Disponivel em:http://www.ceplac.gov.br/radar/seringueira.htm Acesso em 27 de outubro de 2011

Disponivel em:http://www.basa.com.br/bancoamazonia2/revista/edicao_03/Desordenamento_territ.pdfAcesso em 26 de outubro de 2011

Disponivel em: http://www.sober.org.br/palestra/6/929.pdf Acesso em 26 de outubro de 2011

Disponivel em: http://www.agrosoft.org.br/agropag/211091.htm Acesso em 26 de outubro de 2011

Disponivel em: http://www.portalamazonia.com.br/blogs/a-crise-do-latex-na-amazonia-1907-1916/ Acesso em 26 de outubro de 2011

Disponivel em: http://sobretudo.ceilandia.com/?p=4926 Acesso em 28 de outubro de 2011

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Desenvolvimento.


A borracha natural é o produto primário da coagulação do látex da seringueira. A borracha natural é uma matéria prima agrícola importante para a manufatura de uma grande quantidade de produtos, considerada indispensável na produção de artigos essenciais para a humanidade. Na industria de artefatos leves de borracha, por exemplo, é enorme a diversidade de bens produzidos a partir do látex, como os preservativos.

"Os grandes segredos da produção de preservativos são a formulação do composto de látex (matéria-prima da borracha) e a distribuição homogênea nos moldes", diz o engenheiro químico Walter Spinardi Junior, da Johnson & Johnson, que produz uma das marcas de camisinha mais usadas no Brasil. Mas, como camisinha não é um acessório usado em qualquer parte do nosso corpo, o processo de fabricação conta com detalhes indispensáveis para manter a saúde do seu parceiro e evitar surpresas indesejadas. Há vários testes de qualidade e um cuidado redobrado com o material usado, afinal um pouco mais de certos produtos químicos pode causar alergias.

A matéria-prima da camisinha é o látex, extraído dos pés de seringueiras. Mas o látex usado para produzir camisinhas não chega à fábrica exatamente como saiu da floresta: para ganhar mais elasticidade, ele é filtrado até ficar com 60% de borracha, o dobro do original - o resto é basicamente água.

Apesar de chegar à fábrica com a elasticidade turbinada, o látex precisa ganhar mais resistência. É isso o que faz o processo de vulcanização. O processo consiste em adicionar enxofre e algumas outras substâncias químicas ao látex, e submeter à mistura a altas temperaturas - o calor acelera a reação.

No tanque de imersão, o preservativo ganha cara de preservativo mesmo. Para isso, são usados moldes de vidro que, depois de serem lavados e secos, são imersos em um tanque cheio de composto de látex (látex com resistência e elasticidade aumentadas). Dali ele passa por uma estufa, para secar, e passa por outra imersão e outra estufa, que reforçam a camada de látex.

Ainda no molde, a camisinha em estado bruto segue na linha de montagem. Primeiro passa por escovas rotativas - como aquelas de lava-rápidoque formam a bainha na boca do preservativo, deixando-o pronto para a secagem final em uma grande estufa. Ali vai embora toda água presente na matéria-prima e a borracha, enfim, fica durinha.

Mais uma etapa de nome estranho: lixiviação. Uma máquina mergulha a camisinha (ainda no molde) dentro de um tanque cheio de produtos químicos para eliminar partículas ruins que podem eventualmente causar alergia ou desconforto aos usuários. Tanto substâncias originais do látex quanto produtos adicionados na vulcanização caem fora nesse processo

Um jato de água apontado para a bainha tira o preservativo do molde, lançando-o direto em uma esteira. O molde volta ao seu ciclo, passando pela lavagem, e a camisinha passa por um banho de talco, sílica ou amido de milho, que acabam com sua consistência grudante. Depois disso, ela é secada novamente e está pronta para os testes de qualidade

Os testes de qualidade são obrigatórios e detalhadamente regulados por normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Absolutamente todos os preservativos passam pelo teste de furos: uma corrente elétrica é aplicada sobre a camisinha e se a energia não correr através da sua superfície é sinal de que não existem furos.

A máquina que faz o teste elétrico joga a camisinha na esteira, já enrolada e pronta para receber uma gotinha de lubrificante e ser embalada. Algumas amostras são encaminhadas a outros testes obrigatórios, como o de insuflação de ar (são analisados os limites de pressão e volume) e o teste líquido (um jato de água enche a camisinha até seu limite).

Durante o processo descritivo da produção de preservativos acima podem ser observados pequenos aspectos que ao interferirem no meio ambientes podem resultar em desastrosas conseqüências. Primeiramente, dizendo a respeito de onde são cultivadas as seringueiras (sempre em lugares que exigem muitos quesitos como o de ser em um lugar plano tendo que ter uma temperatura estável, sem possibilidades de inundação, por exemplo). Até a plantação crescer o suficiente para que possa ser retirado a substancia que ira gerar o plástico, demorara um tempo, exigindo uma manutenção semanal e talvez até diária das arvores. Enxofre é adicionado ao látex para ganhar mais resistência, para isso ainda é submetido as altas temperaturas. O enxofre ao ser queimado gera SO2 (dióxido de enxofre) que ao ter contato com a água pode gerar um tipo de acido, o H2SO3. e assim prosseguir entrando em contato com o oxigênio formando um acido mais forte, o 2H2SO4, que condensando com a água mais uma vez pode dar origem a chuva acida, responsável pela acidificação da água em rios, mares e oceanos, afeta plantações contribuindo para o desmatamento.

Alem disso, o cultivo da seringueira no Brasil sofreu, em diferentes lugares e tempos, escassez de mão de obra, capital e tecnica. A seringueira apresenta produtividade demasiada baixa para justificar o custo de seu cultivo

Dentre todos os motivos apresentados, a borracha advinda da arvore seringueira poderia ser substituída por outra matéria prima, mas qual seria ela?
A borracha sem a presença de plastificantes seria uma alternativa radical para eliminar os impactos ambientais, porém não convencional em virtude do alto consumo de energia e tempo de processamento. A borracha nitrílica pré-platificada em oleo vegetal (nitrigreen) foi desenvolvida pela empresa Nitriflex S/A Inc. Com. Para suprir as necessidades do mercado de borracha e diminuir os impactos ambientais. O óleo vegetal é um plastificante de fonte renovável, não poluente e biodegradável.

FONTES DA GIU

Cividaneeees aqui estão as fontes da giu:
minhas fontes de pesquisa:
-revista mundo estranho, edição 117 autor do artigo: artur louback lopes
-google academico: avaliação dos parametros fisiologicos do latex de clones de seringueiras da regiao de presidente prudente (sp) agosto 1999 por: mariselma ferreira
rogerio manoel moreno
paulo de souza goncalves
luiz henrique mattoso
CIVIDANES, REGRAS DA ABNT

¹ Lembre-se como se fazer uma citação no final do trabalho (regras da ABNT/2008):

Citações de livros devem seguir a seguinte ordem:

SOBRENOME, nome do autor. Nome do livro. Número da edição. Local de publicação: Editora, ano de lançamento

Ex: FLORA, Anna. A república dos argonaltas. 2. ed. São Paulo: Cia das Letras, 1998

Citações da internet devem seguir a seguinte ordem:

Disponível em: Acesso em: dia mês. ano.

Ex: Disponível em: <http://www.recantodasletras.com.br/teorialiteraria/1861690> Acesso em 26 agosto 2011

Produção da Borracha

http://youtu.be/UiOsCZJ440k
Reportagem: Danielle de Deus

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Soluções para problemas sociais

O crescimento não planejado dos centros urbanos causa problemas como favelas, ocupação de morros e encostas e violência e degradação ambiental.

O processo de urbanização nos países subdesenvolvidos ocorreu, de modo geral, a partir das décadas de 1930 e 1940, com considerável atraso em comparação aos países desenvolvidos, que começaram a se urbanizar a partir da Revolução Industrial a se urbanizar

A rápida urbanização, associada à inexistência de planejamentos e crises econômicas, provoca total desorganização no uso do solo, o que dá origem a bairros sem nenhuma infraestrutura pelo preço da destruição de áreas verdes e rios, além de provocar a saturação dos serviços públicos. São observadas por alguns problemas caóticos, entre eles: violência urbana – gastos infinitos com a segurança pública; caos no trânsito; vias saturadas e mal planejadas; transportes urbanos ineficientes e insuficientes; gastos enormes de dinheiro para atenuação dos problemas com as áreas de educação, saúde e habitação; poluição hídrica – córregos, rios; moradias desconfortáveis em morros, planícies fluviais (margens de córregos e rios); aglomerados urbanos sem infraestrutura; discriminação e preconceitos; poluição atmosférica estrutura; discriminação e preconceitos; e poluição visual.

Uma possível solução

A correção de erros cometidos no passado pelo não planejamento é uma tarefa onerosa e de longo prazo, mas deve ser o primeiro objetivo do Estado, independentemente da corrente política que esteja no poder. Para isso, é necessário que haja integração entre as dimensões econômicas e sociais na criação de novas estratégias, visando a um melhor planejamento das cidades. Dentro dessas considerações, as condições geoclimáticas, as áreas de lazer, ou seja, a busca pela melhor qualidade de vida de todos os cidadãos não podem ser desprezados.

Látex



Extração do látex da seringueira

Fórmula estrutural do látex

O látex é uma dispersão estável (emulsão) de micropartículas poliméricas em um meio aquoso. Um látex pode ser natural ou sintético.

Na natureza, látex pode ser encontrado como uma secreção esbranquiçada, raramente amarelada, produzida por algumas plantas como a papoula, a seringueira, o mamoeiro e o Caucho (castilloa) quando seus caules são feridos e que tem a função de, uma vez consolidada com a oxidação, provocar a cicatrização do tecido lesado, por onde fluiu.

Largamente utilizado pela indústria para confecção de preservativos, luvas e drenos cirúrgicos, é um material que pode causar processos alérgicos (dermatite de contato) de intensidade variável.

Na composição dele ocorre, em média, 35% de hidrocarbonetos, destacando-se o 2-metil-1,3-butadieno 1,3 (C5H8) comercialmente conhecido como isopreno, o monômero da borracha. O látex é uma dispersão coloidal estável de uma substância polimérica em um meio aquoso. O látex é praticamente neutro, com pH 7,0 a 7,2, mas quando exposto ao ar por um período de 12 a 24 horas, o pH cai para 5,0 e sofre coagulação espontânea, formando o polímero que é a borracha , representada por (C5H8)n , onde n é da ordem de 10 000 e apresenta massa molecular média de 600 000 a 950 000 g/mol.

Observação importante: Todas as plantas que contêm látex não devem ser consumidas, pois a maioria representa um sério risco para a saúde, especialmente quando cruas.Isso ocorre porque o látex tem muitas substâncias tóxicas. Um exemplo é a mandioca-brava (presença de ácido cianídrico, precursor do cianureto, paralisante do sistema respiratório).

Além da borracha em si, o látex serve para diversos artefatos produzidos por comunidades tradicionais, tais como sacos encauchados e encauchados de vegetais da Amazônia. Aqueles precisam ser defumados e são aplicações do látex sobre tecidos industrializados. Estes são uma evolução e trata-se apenas de látex e fibras vegetais originando uma massa que pode ser moldada na forma de mantas ou de artefatos.

Camisinha

Este é o método contraceptivo mais utilizado em todo o mundo, que ajuda não só no planejamento familiar como também reduz o risco de transmissão de diversas DSTs. É feito de látex ou poliuretano e geralmente já vem lubrificado, existindo em várias cores, aromas e tamanhos. Deve estar presente durante todo o ato sexual: deve colocar-se antes de iniciar a penetração e retirar-se depois da ejaculação, antes que o pênis perca a ereção.

Apesar de ser o método mais eficiente contra a transmissão do vírus HIV (causador da epidemia da SIDA), o uso de preservativo não é aceito pela Igreja Católica Romana, pelas Igrejas Ortodoxas e pelos praticantes do Hinduísmo. O principal argumento utilizado pelas religiões para sua recusa é que um comportamento sexual avesso à promiscuidade e à infidelidade conjugal bastaria para a protecção contra DSTs.

História

Os primeiros preservativos eram feitos de partes (ceco) do intestino grosso dos animais. O representado na foto foi feito por volta do ano 1900.

Atribui-se ao povo grego o uso de bexigas natatórias de peixes e o uso feminino de bexiga de animais. Na Idade Média, entre fórmulas que incluíam partes sexuais, urina e excremento de animais, o modo supersticioso de contracepção avançava para o uso de um preservativo de linho envoltório, por vezes embebido em substâncias ditas medicinais. Os chineses usavam um envoltório feito com papel de seda untado com óleos. Há relatos de preservativos femininos feitos de vegetais.

Nos séculos XV e XVI, a sífilis era um problema que atemorizava o Velho e o Novo Mundo, quando Gabrielle Fallopio, que descreveu as trompas femininas, realizou o primeiro teste clínico com um preservativo feito de linho e tratado com ervas para prevenir a doença, surgindo o nome "camisa de vênus", ou "luva de vênus". Um século depois, um médico inglês - conhecido como dr. Condom - resolveu criar um protetor feito com tripa de animais para o rei Carlos II de Inglaterra, a fim de evitar o nascimento de tantos filhos ilegítimos (No entanto não há qualquer evidência de que tal médico tenha realmente existido).

No século XVII, um artesão desenvolveu preservativos a partir intestino de carneiro, que funcionavam como uma segunda pele. Produzida em escala industrial (1780), a França, famosa por seus prostíbulos, passou a exportar o produto. Em 1870 surgiram os primeiros preservativos de borracha natural. Entretanto, eram incômodos e não descartáveis. O preservativo de látex é uma invenção americana que se popularizou em 1930. A partir dos anos 1960, perde terreno para a pílula anticoncepcional e medicamentos de combate a maioria das doenças venéreas. O advento da AIDS reabilitou o uso das camisinhas.

Em 1839, o americano Charles Goodyear descobriu o processo de vulcanização da borracha tornando-a mais maleável e resistente, porém somente em 1870 o preservativo de látex passou a ser fabricada em série.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%A1tex

Impactos Ambientais

Para ter o latéx é preciso da árvore chamada seringueira, com isso é preciso de muitas árvores desse tipo, pois as que tem na floresta natural não é o suficiente. Com isso ocorre o desmatamento, prejudicando a natureza e as vezes até tirando matérias primas que não são fáceis de serem produzidas pela natureza.


Lais

Borracha Ecológica!

O cultivo da seringueira no Brasil sofreu, em diferentes lugares e tempos, escassez de mão de obra, capital e tecnica. A seringueira apresenta produtividade demasiada baixa para justificar o custo de seu cultivo. Dentre esses motivos apresentados, a borracha advinda da arvore seringueira poderia ser substituída por outra matéria prima, mas qual seria ela?
A borracha sem a presença de plastificantes seria uma alternativa radical para eliminar os impactos ambientais, porém não convencional em virtude do alto consumo de energia e tempo de processamento. A borracha nitrílica pré-platificada em oleo vegetal (nitrigreen) foi desenvolvida pela empresa Nitriflex S/A Inc. Com. Para suprir as necessidades do mercado de borracha e diminuir os impactos ambientais. O óleo vegetal é um plastificante de fonte renovável, não poluente e biodegradável.


Giulianna Bragagnolo.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Impáctos Sociais

Quais são os impactos causados na sociedade pela produção do Latex?
Primeiramente, dizendo a respeito de onde são cultivadas as seringueiras (sempre em lugares que exigem muitos quesitos como o de ser em um lugar plano tendo que ter uma temperatura estável, sem possibilidades de inundação, por exemplo) é possível perceber que esse terreno poderia ser utilizado para outras finalidades, como a de construção de moradias populares, ajudando a sociedade de baixa renda que tanto sofre para ter um casa.
Até a plantação crescer o suficiente para que possa ser retirado a substancia que ira gerar o plástico, demorara um tempo, exigindo uma manutenção semanal e talvez até diária das arvores. Para que isso ocorra é necessario o transporte dos responsáveis pela manutenção da plantação, isso fará com que carro e até caminhões (portando adubos e substancias para a melhora das arvores) sejam levados até o local, podendo fazer um desiquilibrio ambiental muito grande, pois a fumaça emitida pela queima dos combustiveis poderá colocar em risco a vida de animais nativos, e até da própria população.
Feito por: Henrique Kehde



Fonte: http://www.ciflorestas.com.br/conteudo.php?id=2404
http://www.ceplac.gov.br/radar/seringueira.htm

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

PESQUISA SOBRE IMPACTOS SOCIAIS GERADOS PELA EXPLORAÇÃO (no inicio) E A CRISE DO LATEX


· O Acre teve a sua primeira fase econômica com o ciclo extrativista que se inicia no ano de 1820, por meio da exploração do látex, (Hevea brasiliensis), ciclo econômico que utilizou a mão de obra de populações nordestinas. A colonização dos espaços naturais estava restrita aos seringais e suas colocações, esparsas na floresta, diferentemente da fase econômica pecuarista que teve seu inicio a partir de 1970 e se fixa categoricamente no Acre e na região Amazônica

· No extrativismo, os aglomerados urbanos surgem em torno das sedes dos seringais, às margens dos rios. A via fluvial foi, durante quase um século, o único meio de transporte para o escoamento da borracha e o abastecimento de mercadorias dos colonos. Os rios representavam, até a década de 1990, as únicas estradas, e foram importantes vias de interligação espacial, de urbanidade e de convívio social na Amazônia. A ocupação das margens de rios representou, durante muito tempo, atributo de urbanidade incentivado pela co-presença do convívio cotidiano em atividades econômicas e de lazer

· As repercussões geradas pela abertura da BR-364, que liga Cuiabá, - Porto Velho, - Rio Branco e Cruzeiro do Sul, são múltiplas e se traduzem em uma alta mobilidade de mercado, no incentivo à pecuária e ao plantio de cana de açúcar, além de produzir movimentos migratórios significantes, gerar o declínio da produção de borracha e afetar as margens das estradas com a consequente destruição da vegetação nativa e aumento de áreas florestais devastadas. Seringueiros e colonos são motivados a se deslocar das margens dos rios para as margens das estradas. Assim, podemos considerar o sistema viário como instrumento de globalização e de impactos sociais, econômicos e ambientais que ao se manifestar em pontos nodais e acessos urbanos, passa a se integrar à estrutura urbana, compondo o sistema socioeconômico-ambiental da cidade. > DESENVOLVIMENTO PARA A REGIÃO, desordenado e sem planejamento

· O desenvolvimento urbano das cidades está intrinsecamente relacionado com as políticas de gestão administrativa dos diferentes níveis na mais ampla gama de ações e é reflexo destas na qualidade de vida e no espaço produzido. BECKER (2004, p. 31) expõe a lógica perversa da realidade regional, em que as cidades, tiveram um papel logístico essencial no processo de ocupação. A Amazônia tornou-se uma floresta urbanizada, com 69,07% da população, em 1996, vivendo em núcleos urbanos e, apresentando ritmo de crescimento superior ao das demais regiões do país a partir de 1970, além de uma desconcentração urbana, na medida que houve crescimento da população não mais apenas nas capitais estaduais, mas nas cidades com menos de 100.000 habitantes. “É verdade que as cidades se tornaram um dos maiores problemas ambientais da Amazônia dada à velocidade da imigração e carência de serviços”, (Op. Cit. p. 31). O privilégio atribuído a grandes grupos e à violência da implantação acelerada da malha tecno-política, que tratou o espaço como isotrópico e homogêneo, com profundo

desrespeito pelas diferenças sociais e ecológicas, tiveram efeitos extremamente perversos nas áreas onde foi implantada, destruindo, inclusive, gêneros de vida e saberes locais historicamente construídos. Essas são

lições a aprender sobre como não planejar uma região.

(Op.Cit. p. 27)

RESUMO: A história da ocupação do espaço amazônico tem como momento marcante o período do ciclo do látex, com profundas conseqüências para a realidade demográfica de nossa região. A verdade é que a Amazônia não foi mais a mesma depois do fausto do látex: a ocupação se intensificou, as cidades sofreram profundas mutações, as principais capitais regionais, Belém e Manaus, experimentaram um processo de embelezamento e modernização sem precedentes. Naturalmente fruto dessa realidade, a região amazônica foi inserida compulsoriamente na engrenagem do capitalismo internacional, como principal fornecedora de uma matéria-prima indispensável na produção de diversos produtos, ajudando a alavancar a indústria automobilística.

CRISE

O período entre 1907 a 1916, ficou conhecido, segundo escritor Antônio Loureiro como a ‘Grande Crise’. Do ponto de vista histórico, foi um tempo efêmero, mas definitivo na história da Amazônia. A produção de látex amazônico supriu as necessidades do mercado internacional, conectando-se com os principais centros de produção industrial. Em meio a esse contexto, a região ajudou a financiar o processo de desenvolvimento nacional, em seus momentos iniciais, ao mesmo tempo em que contribuiu para projetar o Brasil no exterior, estimulando o interesse de investidores e ações econômicas que implementaram o desenvolvimento nacional. Foi uma experiência dramática para toda a Amazônia, com conseqüências sociais e políticas para toda região.

Em abril de 1910 os preços do látex ainda eram favoráveis. O segundo semestre já não foi dos mais animadores. O látex, que havia sido o sustentáculo econômico da nossa região, entrava numa fase de retração. O fenômeno da produção asiática sai de 3.000 quilos, em 1900, para 28.000 em 1912. Já no ano seguinte, ultrapassou a produção brasileira, fato que se aprofundou nos anos posteriores, levando à ruína o sistema econômico implantado na Amazônia.


Artigos e pesquisa:

http://www.basa.com.br/bancoamazonia2/revista/edicao_03/Desordenamento_territ.pdf

http://www.sober.org.br/palestra/6/929.pdf

http://www.agrosoft.org.br/agropag/211091.htm

http://www.portalamazonia.com.br/blogs/a-crise-do-latex-na-amazonia-1907-1916/





Pedro Rivellino

PESQUISA

Giu, Lais ou Alexandre,
eu tava fazendo minha pesquisa e achei esse artigo sobre impactos científicos, eu não li muito, mas acho que seria legal se vcs vissem ja que é o tema de vcs

ou
tem esse que o kehde achou tambem:

terça-feira, 25 de outubro de 2011

INTRODUÇÃO

No sistema capitalista, as multinacionais são o instrumento rápido do progresso tecnológico, da criação de empregos e unificação de mercados, explorando os avanços tecnológicos que a ciência possibilita. Na década de 70, no campo sociocultural, foram gerados uma serie de novos movimentos sociais ambientalistas, nascidos da critica à sociedade de consumo, alimentada pelo avanço da ciência e pela publicidade.o movimento hippie foi um deles, onde as questões ambientais, a prática de nudismo, a emancipação sexual e principalmente a recusa ao consumismo eram ideais dessa nova era. a revolução sexual dos anos 70 estabeleceu a liberdade de sexo, sobretudo às mulheres. A partir daí, houve a banalização do ato sexual onde a promiscuidade gerou um problema para a sociedade, fazendo crescer as doenças sexualmente transmissíveis. Um paliativo para este problema é o grande consumo de preservativos (camisinhas) na tentativa de proteção dos parceiros. No mundo consumista que vivemos, logo surgiram as mais diversas variações dos preservativos: com cheiro, sabor, cores etc. Outro aspecto a ser observado é a matéria prima utilizada na confecção das camisinhas, o látex. Extraído das seringueiras, sua fabricação contribui com a agressão ao meio ambiente. Sendo assim surge um questionamento: que material poderia ser utilizado na confecção de tal preservativo que não agrida a natureza?